sábado, 26 de maio de 2012

Futebol e lazer: Ferreirinha volta ao elenco do Pressão Alta FC, no campo do Cobrex


Depois um tempo afastado por motivo de contusão, Ferreirinha voltou a integrar o elenco do Pressão Alta FC, jogando na manhã deste sábado, no Estadio do Manelão, no bairro Cobrex. Atuando pelo time vermelho, Ferreirinha jogou ao lado de grande peladeiros do glorioso S.E.U. do Cobrex, como Binha, Roberto Porto Rico, Zinho, Miguelzinho, entre outros craques.

O Pressão Alta FC é formado por um grupo de amigos, todos com mais de 45 anos, que se reúnem todos os sábados para jogar futebol e se confraternizar. Aliás, o Pressão Alta FC estará comemorando um ano de fundação no dia 16 de junho, ocasião em que será realizado mais um jogo festivo e um coquetel para os atletas, familiares e amigos. Parabéns a todos os integrantes do grupo Pressão Alta FC e um grande viva ao esporte e ao lazer.

Visite o site do S.E.U. do Cobrex: cobrex.vai.la


sexta-feira, 25 de maio de 2012

Presidenta Dilma veta 12 dispositivos e faz 32 alterações no Código Florestal

A presidenta Dilma Rousseff vetou 12 dispositivos do Código Florestal e realizou 32 modificações com o objetivo de impedir a anistia a desmatadores e a redução da área de proteção ambiental. Segundo o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, os vetos e as alterações serão feitas por meio de Medida Provisória e publicados na edição desta segunda-feira (28) do Diário Oficial da União.

“Temos confiança na qualidade do que está sendo proposto. A discussão que fazemos agora e que vamos levar aos parlamentares são as questões, os elementos que levaram à adoção dessa MP. Essa discussão nos traz muita confiança. O foco claro é atender o pequeno produtor”, explicou Adams.

Segunda a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, os vetos e modificações foram feitos com base nas seguintes premissas: preservação das florestas e dos biomas brasileiros, produção agrícola sustentável e atendimento à questão social sem prejudicar o meio ambiente.

Ainda de acordo com a ministra, não haverá anistia para desmatadores, tal como previa o texto aprovado pela Câmara dos Deputados. “Vamos responsabilizar todos pela recuperação ambiental. Todos terão que recuperar o que foi desmatado ou suprimido de vegetação no passado”, disse Izabella Teixeira. De acordo com o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, todos os agricultores “terão que contribuir” para a recomposição das Áreas de Preservação Permanente (APPs).

O governo decidiu ainda fazer um escalonamento das faixas de recuperação das APPs de acordo com o tamanho da propriedade.


Veja apresentação sobre os vetos e alterações no Código Florestal


Fonte: Blog do Planalto

Prorrogada Campanha de Vacinação – Sindicato dos Rodoviários participa da campanha.

O Ministério da Saúde prorrogou até 1º de junho a 14ª Campanha de Vacinação contra a Gripe. O prazo que terminaria nesta sexta-feira (25), foi ampliado em uma semana para possibilitar que mais pessoas sejam imunizadas contra a doença.

A campanha é voltada para pessoas com mais de 60 anos, mulheres grávidas, crianças até 2 anos, profissionais da saúde, indígenas, detentos e pacientes com doenças crônicas ou imunodeprimidos que apresentarem receita médica. A dose trivalente imuniza contra gripes sazonais e a influenza A (H1N1), popularmente conhecida como "gripe suína".

Todas as unidades de saúde em Nova Iguaçu estão participando da campanha. Outra unidade é o Sindicato dos Rodoviários, que está fazendo a vacinação em sua sede, para rodoviário e seus familiares. O sindicato fica na rua Antonio Rabelo Guimarães, 329 (antiga rua Chaves) – Califórnia – Nova Iguaçu.



Hoje é Dia Nacional da Adoção


Criado em 1996 no 1º Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção, o Dia Nacional da Adoção é uma conquista da sociedade brasileira cujo objetivo é promover a reflexão sobre o assunto e fortalecer a luta pela desmistificação da adoção e oportunidade de comemoração para as famílias formadas por adoção.

De acordo com o Portal Wikipédia, no Direito Civil, a adoção é o ato jurídico no qual um indivíduo é permanentemente assumido como filho por uma pessoa ou por um casal que não são os pais biológicos do adotado.

Dados levantados pela Agencia Brasil, informam que atualmente o Brasil possui quase 40 mil crianças e adolescentes abrigadas e apenas 15% do total estão habilitadas para a adoção e fazem parte do Cadastro Nacional de Adoção. Por outro lado, no mesmo Cadastro cerca de 20 mil famílias aguardam para adotar.

Segundo a matéria da Agência Brasil, a legislação enfatiza que o Estado deve esgotar todas as possibilidades de reintegração com a família natural antes de a criança ser encaminhada para adoção, o que é visto como o último recurso. A busca pelas famílias e as tentativas de reinserir a criança no seu lar de origem podem levar anos. Juízes, diretores de instituições e outros profissionais que trabalham com adoção criticam essa lentidão e avaliam que a criança perde oportunidades de ganhar um novo lar.

Em entrevista concedida à Revista Crescer, a psicóloga Lídia Levy, supervisora da equipe de psicologia da PUC-Rio, que atua em diferentes varas do Rio de Janeiro, explica que para adotar uma criança, é necessário sentir um desejo profundo de ter filhos.
“Não se pode confundir com a vontade de ajudar uma criança ou suprir uma carência da vida. Não é esse sentimento que você deve ter, é amor de mãe ou pai. Confundir o real motivo para adotar é como engravidar para salvar o casamento e depois se separar, ou seja, aquela criança nasceu para consertar outra coisa", diz Levy. E ela compara a situação como quando se tem um filho biológico. Ou seja, quando você segurou seu filho no colo, não o amava do mesmo jeito que o ama hoje. Afinal, o amor é construído a cada dia, assim como a maternidade também. 

Se você tem esse desejo, o primeiro passo é comparecer a um Juizado da Infância e da Juventude mais próximo. Lá, será feito um estudo do adotante que receberá um certificado de Habilitação e, então, entrará no cadastro (fila) para realizar uma adoção.



Os principais desafios de quem deseja adotar


- Preparar-se com antecedência: buscar informações e preparação psicológica sobre o processo e a dinâmica familiar que envolve a adoção;

- Revelação precoce da adoção para o filho, ou seja, falar sempre e desde sempre;

- Conversar sobre adoção e sobre sua história com o filho em diferentes momentos do seu desenvolvimento;

- Respeitar a criança e ajudá-la se ele quiser mais detalhes sobre a sua família de origem;

- Preparar cuidadosamente toda a família (tios, avós e amigos próximos) sobre a adoção para que não seja surpresa e, assim, diminuir o risco de discriminação;

- Falar do tema com tranquilidade e sentir-se confortável diante de estranhos e amigos. Não é preciso falar sobre o assunto o tempo todo; lembre que segredo sobre a situação não é bom, mas privacidade é essencial.


Fonte: Livro Adote com Carinho (Editora Juruá)



Para saber mais sobre adoção:



quinta-feira, 24 de maio de 2012

Desemprego fica em 6% em abril, menor taxa para o mês desde 2002

A taxa de desemprego ficou em 6% em abril, indicando uma estabilidade em relação a março, quando o percentual foi 6,2%. O resultado é um pouco menor do que o observado no mesmo período de 2011, quando o nível de desemprego atingiu 6,4%. A taxa de abril deste ano é a menor para o mês desde 2002, quanto teve início a série histórica.

De acordo com dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgados hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população desocupada totalizou 1,5 milhão de pessoas em abril, sem variação na comparação com o mês anterior e com o mesmo período de 2011.

A população ocupada, que somou 22,7 milhões, também ficou estável na passagem de um mês para o outro, mas aumentou 1,8% em relação a abril do ano passado. Esse resultado revela um adicional de 396 mil pessoas ocupando postos de trabalho.

O documento do IBGE também revela que o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,1 milhões) não registrou variação em relação a março. Na comparação com abril do ano passado, houve elevação de 2,8%, representando um adicional de 308 mil postos de trabalho com carteira assinada no período de 12 meses.

Em relação ao rendimento médio dos trabalhadores ocupados, a PME aponta queda de 1,2% na passagem de um mês para o outro, atingindo R$ 1.719,50 em abril. Na comparação com igual período de 2011, foi registrada alta de 6,2%.

O levantamento do IBGE apura a situação do mercado de trabalho em seis regiões metropolitanas: Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Assim como o IBGE, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade) divulgam, em conjunto, levantamento mensal sobre o desemprego no país. No entanto, os índices apresentados nas duas pesquisas costumam ser diferentes, devido aos conceitos e metodologia usados.

Entre as diferenças está o conjunto de regiões pesquisadas. Ao contrário do trabalho do IBGE, a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), feita pelo Dieese e pela Fundação Seade, não engloba o levantamento dos desempregados da região metropolitana do Rio de Janeiro. Já na PME, não estão incluídas duas regiões que fazem parte do conjunto da PED: Fortaleza e o Distrito Federal.

Fonte: Agencia Brasil (Thais Leitão)

Evento comemora 23 anos da Reserva Biológica de Tinguá

As instituições e prefeituras integrantes do Conselho da Reserva Biológica de Tinguá realizam, durante todo o dia de ontem – 23 de maio, evento em comemoração aos 23 anos de criação da Reserva.


O evento, intitulado Aldeia Ambiental, acontece no Espaço de Lazer do SindPetro (Sindicato dos Petroleiros), em Tinguá, e conta com mais de 20 stands de instituições ambientalistas e prefeituras.










Abaixo segue entrevista com Flavio Silva, Chefe da ReBio Tinguá e um dos organizadores do evento.











quarta-feira, 23 de maio de 2012

Eleições 2012: Frente Força Nova Iguaçu, composta por PTB, PCdoB, PSDC, PMN e PPL, foi lançada ontem na cidade

Um concorrido ato político no auditório do Centro de Formação de Líderes (Cenfor), no bairro Moquetá, em Nova Iguaçu, marcou ontem (22/05) o lançamento da Frente Força Nova Iguaçu, reunindo os partidos PCdoB, PTB, PMN, PPL e PSDC. Sentados lado a lado, estavam os pré-candidatos a prefeitura da cidade Walney Rocha (PTB) e Waguinho (PCdoB). O evento que reuniu cerca de trezentas pessoas, contou também com a presença da deputada federal Jandira Feghali e de muitos pré-candidatos a vereador, conforme informou o vereador Fernando Cid (PCdoB) da tribuna da Câmara Municipal na sessão desta terça-feira.

Segundo Fernando Cid, o candidato que encabeçará a chapa majoritária ainda será amplamente debatido e levará em conta a posição de Waguinho e Walney nas pesquisas. A frente trabalha também com a hipótese de eleger uma grande bancada de vereadores. 


terça-feira, 22 de maio de 2012

Lindbergh fala sobre impeachment do presidente Collor, ocorrido em 1992

‘Demorei três passeatas para pintar a cara’, revela Lindbergh

Líder dos caras-pintadas e hoje senador conta ao iG como foi empurrado por parlamentares para fora de foto histórica do impeachment



As tintas verde e amarela que, em fins do inverno de 1992, deram o tom de indignação ao rosto de milhares de estudantes que exigiram nas ruas o impeachment do então presidente Fernando Collor a princípio não colaram com o seu principal líder, o presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) Lindbergh Farias.

“No começo dizia: ‘Não vou pintar não’. Me sentia meio ridículo. Já tinha 22 anos, era universitário. Demorei umas três passeatas para pintar a cara”, revela o hoje senador pelo PT do Rio de Janeiro, em entrevista exclusiva ao iG. Lindbergh, que na época do impeachment contava 22 verões, cursava medicina na Paraíba, havia acabado ser eleito para o comando da UNE.


No bojo de denúncias de corrupção contra o presidente, os chamados caras-pintadas marcaram o movimento Fora Collor com passeatas que mobilizaram, além de jovens, políticos e entidades civis – do sindicalista Lula ao deputado Ulysses Guimarães, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Mas a ideia dos traços coloridos nos rostos saiu de adolescentes de uma pequena escola de São Paulo. “Era uma turma de 15, 16 anos que estava na rua. Surgiu meio naturalmente e pegou como uma febre”, lembra Lindbergh. “Toda uma geração despertou ali”. A primeira badalada deste sono intranquilo soou em 11 de agosto.

Vinte mil pessoas marcharam do Museu de Arte de São Paulo (Masp) à Faculdade de Direito de São Paulo. Lula foi convocado às pressas, graças a uma ficha telefônica. “Estava na Avenida Brigadeiro Luis Antônio, em cima do carro de som. Pedi uma ficha telefônica, desci do carro, liguei de um orelhão para a sede do PT e chamei o Lula para a passeata. E o Lula foi”, diz o petista.
Era uma terça-feira. Três dias depois, Collor fez um pronunciamento convocando a população a sair às ruas, no domingo, de verde e amarelo. “Foi uma resposta à gente”, conta Lindbergh. “Reagimos convocando o povo a ir de preto”. Anos depois, Collor avaliou a convocação, em um momento em que estava fraco no poder, como um “erro tático”.

“A partir daí passamos a marcar passeatas a cada dia em lugares diferentes do País”, recorda Lindbergh. A maior delas aconteceu em 25 de agosto. Estudantes pularam muros de escolas para se reunir em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), e dali seguir para o Vale do Anhangabaú. Números oficiais estimaram que a manifestação reuniu entre 400 mil e 500 mil pessoas.  “Colocamos 1 milhão de pessoas”, repara o senador. Como chegou a esse número? “Era uma loucura. Sabe como eu fazia? Dizia: ‘Já temos 100 mil pessoas’. Aí perguntava: ‘Quanto a polícia está dizendo?’. Alguém respondia: ‘A polícia está dizendo que tem 200 mil’. Aí eu gritava: ‘400 miiiil!’. Sempre dobrava a polícia (risos). Esse era meu critério, dobrar a polícia”.

A “febre” dos caras pintadas derrubou Collor e trouxe Lindbergh para perto do Congresso. Na primeira visita, teve dificuldade para encontrar o presidente do Congresso na época, Mauro Benevides, com quem sorriu e tirou fotos. “Era o tipo de evento que não tinha conversa, só foto. A imprensa fotografando e ele só dizia: ‘Muito bem, muito bem’”, diz, enquanto gesticulava imitando Benevides em um aperto de mão invisível.

Meses depois, o líder da UNE acompanhou a votação do impeachment na Câmara dos Deputados de mãos dadas com Lula. Os dois tinham estreitado laços em aviões, enquanto viajavam, de Estado em Estado, para as passeatas. Mas Lindbergh ficou de fora de uma foto histórica, em que a OAB entregou ao então presidente da Casa Ibsen Pinheiro o pedido de impeachment de Collor.

“Era tanto senador e deputado”, recorda. “Me lembro de Darcy Ribeiro, uma das grande cabeças deste País, num empurra-empurra tão grande. Aí começou uma briga por milímetros. Se você respirasse o cara empurrava um pouco seu pé. E eu fiquei achando aquilo ridículo. Fiquei pensando: ‘Esse bando de senador velho de idade brigando por um espaçozinho’. Me irritei e saí da foto. Virou uma foto histórica e não estou lá”, comenta, aos risos.

Inflamado pela campanha Fora Collor, Lindbergh foi eleito deputado federal em 1994 pelo PCdoB, partido ao qual era filiado desde 1987. “Talvez se voltasse no tempo teria esperado mais quatro anos”, conjectura. “Eu tinha mais peso como líder estudantil do que como deputado. Estava meio confuso quanto ao meu papel”.

Mas vieram as privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso, nas quais o ex-presidente da UNE concentrou fogo. “Continuei meio líder estudantil na época das privatizações. Comandei, por exemplo, a invasão da Bolsa de Valores na véspera da privatização da Vale do Rio Doce”, rememora. Em 1997, Lindbergh migrou para o PSTU, o que resultou em um período de vacas magras na urna.

A razão é que, apesar de ter obtido votos suficientes para se reeleger, o PSTU não atingiu coeficiente eleitoral. O cenário se repetiu em 2000, e Lindbergh não pôde ocupar vaga de vereador no Rio. No ano seguinte, porém, filiou-se ao PT e apoiou a candidatura de Lula à Presidência da República. Da árvore petista, colheu frutos: em 2002 retornou à Câmara com 83 mil votos.

Em 2004, foi eleito prefeito de Nova Iguaçu, um dos maiores municípios da Baixada Fluminense. Reelegeu-se em 2008. Lindbergh retonaria à cena federal após vencer disputa interna do PT e ser eleito para o Senado em 2010, à frente de Marcelo Crivella (PRB). Seus planos, no entanto, apontam para a disputa do governo do Rio de Janeiro, em 2014. E se espelha em Lula para isso.

“Sei que tem gente que pensa o contrário, mas conseguimos colocar o Lula, que é esse líder operário, na Presidência da República. No final, 40 milhões de brasileiros foram para a classe média e 28 milhões deixaram a pobreza extrema”, afirma. “Poderia dizer que essa não foi só a batalha do impeachment, continua sendo a batalha no mundo inteiro, a mesma luta ideológica, da qual o Brasil conseguiu desembarcar”.

Mais informações, clique aqui.

Fonte: Portal IG


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Deputado Robson Leite disponibiliza projeto de lei em consulta pública

O Deputado Estadual Robson Leite (PT) apresentou Projeto de Lei que cria o Programa Cultura Viva no estado do Rio de Janeiro.

Segundo o portal do Deputado, o objetivo do projeto é estabelecer normas para o funcionamento do programa no estado do Rio de Janeiro.

“O projeto apresentado dialoga com a nova forma organizativa do programa, que, desde 2008, gradualmente, substituiu os convênios diretos do MinC com entidades da sociedade civil por convênios com estados e municípios. Estes lançam seus editais e definem a abrangência dos pontos. A aprovação desta lei será fundamental para a institucionalização do Cultura Viva no RJ: com legislação, os pontos deixam de ser política de governo e firmam-se como política de estado”.

O texto do projeto de lei encontra-se disponível no portal do deputado Robson Leite para consulta pública. Clique aqui para ler e apresentar sugestões.

Eleições 2012: Presidente do PSDB diz que a tendência do partido é apoiar Rogério Lisboa, em Nova Iguaçu

Deu no Jornal O Globo deste domingo (20/05): "O presidente do PSDB do Rio, Luiz Paulo Corrêa da Rocha, ligou para dizer que a tendência mais provável é dos tucanos apoiarem a candidatura de Rogério Lisboa, do DEM, para a prefeitura de Nova Iguaçu". Quem dá a notícia é o jornalista Ilimar Franco, na coluna Panorama Político. 

O anúncio caiu como um balde de água fria sobre prefeitáveis Sheila Gama (PDT), Nelson Bornier (PMDB) e Walney Rocha (PTB) que ainda sonhavam com o apoio do PSDB. 

Quem mostra força e controle da legenda no município é o ex-presidente da Câmara Municipal, Maurilio Manteiga (foto), presidente do PSDB em Nova Iguaçu.